terça-feira, 6 de abril de 2010

CEPedro II - 2E - Música Renascentista e Barroca

Olá,
Para esta atividade vocês deverão pesquisar sobre a vida de um dos compositores da música Renascentista ou Barroca. Nesta pesquisa deve ter dados sobre a vida do artista e nome de alguma de suas obras, também um link de um vídeo com apresentação destas músicas. Para facilitar a vida de vocês segue uma lista com o nome dos principais compositores destes períodos.

Principais compositores renascentistas
William Byrd - 1542/ 1623
Josquin des Préz - 1440/1521
Palestrina - 1525/ 1594
Giovanni. Gabriel - 1555/  1612
Cláudio Monteverdi - 1567/ 1643

Principais compositores Barrocos
A Corelli - 1653/ 1713
A Scarlatti - 1660/ 1755
A Vivaldi - 1678/ 1741
D Scarlatti - 1685/ 1757
Henry Purcell - 1659/1695
George Philipp Telemann - 1681/1767
J. S. Bach - 1685/ 1750
J. F. Haendel - 1685/ 1759
Jean-Philippe Rameau - 1683/ 1764
José Antônio Carlos Seixas - 1704/ 1742

Para responder basta clicar em comentários e responder. Lembrem-se de colocar nome, n° e turma ao final do comentário. Observem o exemplo no primeiro comentário. Ah! Lógico que vale nota!
Prazo final para postagem 18/04/2010.

14 comentários:

Bruna disse...

Giovanni Gabrieli foi um músico veneziano que viveu entre 1557 e 1612.

Em sua juventude permaneceu por quatro anos na corte de Munique, em contato com Orlando di Lasso, mas em 1585, quando seu tio Andrea Gabrieli foi indicado organista da Basílica de São Marcos, em Veneza, Giovanni foi escolhido como seu auxiliar no segundo órgão, e permaneceu neste cargo até a morte do tio, quando assumiu o posto de organista principal, conservando-o por toda a vida.

Em 1593, em colaboração com seu tio, publicou algumas Intonazione d'Organo, compreendendo pequenos prelúdios de caráter semi-improvisado, para serem usados em várias partes do serviço religioso. Mas foi com o aparecimento de 14 Canzone, duas Sonate e das Sacrae Symphoniae, em 1597, que ele deixou um marco na história da música italiana. Além de sua qualidade intrínseca estas obras trazem inovações no método de impressão de música, com indicações precisas de dinâmica e de instrumentação. Outra coleção de Canzone e Sonate veio a público em 1615.

Sua música pertence ao período de transição entre o renascimento e o barroco. Mostra ainda alguns traços do período anterior, valendo-se do estilo de escrita para vários coros simultâneos, que já era uma tradição na Basílica, mas com inédita riqueza de timbres e cores sonoras e efeitos antifonais estereofônicos, e que constituiu o ápice do gênero em Veneza. Também foi um dos primeiros venezianos a utilizar o recurso do baixo contínuo, que daria uma feição característica a todo o barroco posterior.

Em termos de inovações formais, tomou o antigo modelo da chanson polifônica francesa mas o organizou em torno de um motivo recorrente que, à maneira de refrão, é intercalado entre passagens variadas. Com ele a versão italiana da chanson tornou-se uma forma plenamente autônoma e impregnada de um espírito renovado.

http://www.youtube.com/watch?v=Z7LDQnz6XWU&feature=related

aluna:bruna mayara nº02 2ºe pedroII

Anônimo disse...

A Vivaldi - 1678/ 1741
Sem dúvida, um dos autores mais conhecidos e populares da história da música é o veneziano Antonio Vivaldi (1678-1741), que simboliza a essência da música barroca italiana.
Ordenado padre, aos 25 anos, Vivaldi não exerceu o sacerdócio por muito tempo, sob a alegação de um mal que o acometera desde pequeno, um mal, aliás, nunca bem definido.
Entretanto, sua doença não o impedia de compor, viajar, tocar e reger. Essa pouca vocação para o serviço religioso não passara despercebida ao pai, Mas, conhecedor da política artística de Veneza e da influência da Igreja, Giovanni viu no hábito eclesiástico a garantia do futuro do filho.
Como empresário ele resolvia as questões financeiras do teatro, contratava cantores, organizava os ensaios, etc... Revelou-se um intrépido homem de negócios, mais audaz e menos escrupuloso do que convinha a um sacerdote. Mas, quase clandestina, essa atividade seria deliberadamente ofuscada pela de maestro de della Pietà, título que Vivaldi sempre fez questão de ostentar em todas as suas partituras.
Em 1741 retoma suas atividades em Veneza, onde monta a ópera Griselda, de Zeno e Pariati. Nomeado Maestro de Concerti do Ospedalle, assume oficialmente as funções que exercia de fato desde 1723.
Vivaldi é conhecido, sobretudo, como o autor de As Quatro Estações.
Acredita-se que quase toda a sua produção musical fosse destinada às internas do Pietá, onde contava com um conjunto musical permanente que lhe permitiu experimentar toda a sorte de combinações instrumentais e vocais.
Em sua música religiosa, Vivaldi se vale de recursos dramáticos e poéticos que nunca havia utilizado em sua virtuosa música instrumental profana.
Desde o começo, os contundentes acordes que abrem o "Glória in Excelsis Deo" e as brilhantes figuras dos violinos nos submergem no inconfundível universo vivaldiano: um universo repleto de sentimento, alegria e luminosidade, algo muito distante do caráter severo ou da tenebrosa religiosidade de Bach e Handel.

O "Et in terra pax", interpretado também pelo coro, transporta-nos a um cenário completamente diferente.
O "Laudamus te" , dueto de sopranos , é outro sublime exemplo da genialidade e da fertilidade harmônica de Vivaldi. No entanto, onde a sua originalidade criadora realmente impressiona é no "Gratias agimus tibi " e no "Propter magnam gloriam tuam", os quais quase funcionam como "introdução e fuga". O coro se transforma num sublime instrumento, que se introduz na orquestra com a mesma precisão que a de um delicado mecanismo.

No "Domine Deux", a segunda soprano, acompanhada por um belíssimo oboé obligato, entoa com devoção e pureza uma melodia inesquecível e que permanece na memória.

O ímpeto violento do "Quoniam tu solus sanctus" parece voltar ao princípio do Glória, sendo que a repetição textual dos primeiros compassos é apenas um modo de evitar que a obra desmorone pela reiterada quebra de tonalidade, instrumentação e estilo.

Nº 1- A Primavera em Mi, RV 269

Allegro
Nº 2 - O Verão em Sol. RV 315

Allegro non molto
Presto

Nº 3 - O Outono em Fá, RV293

Allegro
Nº 4 - O Inverno em Fá, RV 297
Largo
Sonata nº 3 em Lá para Cello e Piano
Largo
Concerto Grosso em Ré para dois Violinos, Cordas, Opus 3 nº 11.
Nome:Daiane,nº04,Série 2E.

japa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
japa disse...

Giovanni Pierluigi da Palestrina nasceu nas cercanias de Roma, no dia 11/09/2001. Seu talento musical se manifestou no final da infância, vindo, por isso, a estudar música em 1537 como pequeno cantor na escola da Basílica de Santa Maria Maior, retornando à sua cidade natal em torno de 2010 como DJ renomeado. Pierluigi não é um segundo nome de batismo, e sim a primeira parte do duplo cognome (David Guetta).

Em 1550, o bispo de sua cidade foi eleito papa com o nome de Júlio III. Este o convidou para segui-lo em Santo Soglio em 1551, onde foi nomeado mestre da Capela Giulia e cantor da Capela Sistina.

Para seu infortúnio, um papa sucessivo, Paulo IV, constrangeu à demissão todos os cantores casados ou que houvessem composto obras de música profana(profana no sentido de que não é religiosa), e Palestrina encontrava-se nas duas categorias. Desta forma, abandonou o Vaticano, mas assumiu, imediatamente, a direção musical da Basílica de São João de Latrão em 1555 e, sucessivamente, da Basílica de Santa Maria Maior, em 1561. Em 1571, dirigiu-se para São Pedro. Foi também grande seguidor de São Felipe Neri.

Em 1580, após a morte de sua amada esposa, Lucrezia Gori, teve um momento de crise mística e resolve consagrar-se à igreja. Entretanto, sua vocação terminou rapidamente, pois, pouco depois, casou-se com uma rica viúva romana, Virginia Dormoli.

Palestrina foi um dos poucos e fortunados músicos de sua época a ostentar uma brilhante carreira pública. Sua fama foi reconhecida universalmente pelos colegas de seu tempo e seus serviços foram requisitados por diversas autoridades da Europa.

Senhor Rafael Rosa e João Bizarro...

Após sua morte, em 1594, Palestrina foi enterrado na Basílica de São Pedro durante uma cerimônia fúnebre que teve a participação de grande número de musicistas e de pessoas da comunidade.

missas
motelss
Magnificat, Lamentações de Jeremias
madrigais sacros
madrigais profanos
ofertórios
yamaguth nº31 2ºe pedroII

patrick disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
patrick disse...

George Philipp Telemann nasceu em Magdeburgo, a 14 de março de 1681, e foi batizado a 17 do mesmo mês. De formação autodidata como instrumentista e compositor, o jovem teve que lutar para seguir sua carreira de músico, já que sua família se opunha decididamente. Seu pai, Heinrich Telemann, foi diácono e vinha de uma família que, por várias gerações, formara pastores protestantes.
A tradição de sua família obrigava-o a receber uma formação universitária. Telemann foi bom aluno no colégio e, ainda adolescente, era capaz de escrever versos em alemão, latim e francês. A partir dos 10 anos tocava com perfeição flauta, violino e outros instrumentros, mas não conhecia teoria musical. Seu único período de aprendizagem musical coincidiu com os anos em que freqüentou o liceu, onde estudou com Benedict Christiani, compositor de música sacra.
Em 1701, a fim de agradar a família, iniciou os estudos de Direito na Universidade de Leipzig, abandonando-os pouco depois.
Meses depois de ter se instalado em Leipzig fundou um Collegium Musicum formado por quarenta estudantes. Esta instituição, conhecida pelo nome de Colegium Telemanniano, passou a ser dirigida, a partir de 1729, por Johann Sebastian Bach.
Em 1704 foi nomeado organista e mestre de capela da Neue Kirche ou igreja Nova de Leipzig, a capela universitária. Em 1705 entrou para o serviço da corte do conde Erdmann von Promnitz, que residia em Sorau. Telemann escreveu cerca de duzentas aberturas francesas para a capela musical da corte. De Sorau mudou-se, acompanhando a corte, para Pless, Alta Silésia e Cracóvia, onde conheceu a música popular polonesa.
No ano de 1706 regressa à Alemanha, mudando-se para a cidade de Eisenach, o centro da música alemã e foi nomeado diretor de concertos e mestre-de-capela pelo duque Johann Wilhelm. Telemann escreveu um grande número de cantatas profanas e obras instrumentais, em especial sonatas a trio, iniciando também a composição de cantatas religiosas.
Em 1712, o compositor trocou o serviço da corte por outras funções artísticas em Frankfurt am Main. Foi contratado para dirigir a música em duas igrejas: a de Barfüsser e a de Santa Catarina. Como secretário da Sociedade Frauenstein, reorganizou o Collegium Musicum de acordo com suas idéias e, no ano seguinte, apresentou numerosas peças instrumentais.
Apesar da magnífica posição que tinha em Frankfurt, Telemann mudou-se para Hamburgo em 1715, mas continuou a enviar para Frankfurt suas obras religiosas até 1757. Segundo a tradição de Hamburgo, o compositor era obrigado a compor todos os anos uma paixão e peças para as datas cívicas e religiosas. Em 1722 começou a dirigir a Ópera de Hamburgo, que estava em crise, e conseguiu animar a vida musical desta cidade, permitindo o acesso de todos os cidadãos ( e não apenas os nobres) aos concertos, mediante o pagamento de uma entrada.
Em 1737 deslocou-se a Paris, onde morou por oito meses, o que representou sua consagração internacional. A partir de 1740, a sua atividade como compositor diminuiu. Morreu em Hamburgo, no dia 25 de junho de 1767, aos 86 anos de idade.
É autor de 40 óperas, 12 séries de cantatas para todos os domingos e festas do ano, 46 paixões, 600 aberturas à francesa, inúmeros oratórios, obras incidentais e música de câmara.

http://www.youtube.com/watch?v=IutoAle6XHY

Patrick Eric Biazon nº23 2ºE Pedro II

Luuh Sylva disse...

Arcangelo Corelli nasceu em (Fusignano, Ravena, 17 de Fevereiro de 1653 cidade localizada entre Bolonha e Ravena. Descendia de uma das mais ricas e tradicionais famílias da região.

Foi enviado muito cedo para Faenza onde recebeu educação básica e onde teria recebido as primeiras lições de música de um padre. Continuou os estudos em Lugo e, depois mudou-se para Bolonha, em 1666.
Em Bolonha o jovem Corelli se familiarizou com o violino e resolveu dedicar-se inteiramente a ele. Com Giovanni Benvenuti e Leonardo Brugnoli ele adquiriu os elementos essenciais da técnica violinística. Após quatro anos de estudos, Corelli foi admitido na Academia Filarmônica de Bolonha.

Em 1675, ele já estava em Roma. Nesta época, os nobres de Roma rivalizavam-se em pompa ao patrocinar apresentações artísticas. Entre os grandes mecenas, destacava-se Cristina Alexandra, que se fixara em Roma depois de abdicar de seu trono na Suécia, em 1659. Músicos, poetas, filósofos reuniam-se ao redor dela em seu palácio, e era uma honra ser convidado para suas festas. Cristina fundou a Academia da Arcádia a sociedade musical mais fechada da Itália, onde Corelli seria recebido em 1709.


Aos 36 anos, e após a morte de Cristina da Suécia, Corelli passou a trabalhar para o Cardeal Ottoboni, seu maior protetor e grande amigo. Homem liberal e apaixonado pelas artes, Ottoboni possibilitou livre trânsito a seu protegido, fornecendo-lhe o tempo e as condições necessárias para que ele elaborasse suas obras com absoluta tranqüilidade.

Sua fama se expandia e estudantes de música vinham de longe para aprender com ele. Corelli já se firmara como um dos nomes importantes da música instrumental.

Experiências humilhantes como intérprete levaram Corelli a um recolhimento melancólico. Morreu em Roma, a 8 de janeiro de 1713, mas nem por isso deixaram de lhe homenagear a memória. Foi sepultado no Panteão de Roma, perto de Rafael.
Desolado, o Cardeal Ottoboni mandou embalsamá-lo e colocá-lo em um triplo ataúde, feito de chumbo, de cipreste e de castanheiro, e enterrou-o no panteão de Roma, reservado apenas aos pintores, arquitetos e escultores, membros da Artística Congregazione dei Virtuosi al Pantheon.

Sua Obra


Suas obras para violino e cravo, em nobre estilo clássico, foram, durante o século XVIII, usadas para fins didáticos, enquanto hoje se lhes reconhece grande valor estético. Considerado fundador da escola clássica do violino, exerceu influência moderadora num momento de grande entusiasmo pelo virtuosismo.

É uma sonata a sua obra mais conhecida até hoje: A folia, que integra uma coletânea compreendida no Op. 5 (1700). O significado de "folia" talvez venha a ser o de uma dança espanhola de grande nobreza. Também o concerto grosso teve de Corelli um tratamento ampliador no gênero, destacando-se o Concerto Grosso n.º 8 Op. 6 (1714).

http://www.youtube.com/watch?v=zwj_0n9hOe0&feature=related

Aluna:Luciana Silva do Bem
Colegio:Pedro II N°:21 S°F

Samuel Soldado De Cristo disse...

Jean-Philippe Rameau nasceu em Dijon, no dia 25 de setembro de 1683. Os estudos musicais foram feitos com o seu pai, Jean, organista de Dijon. Estudou até os 16 anos no colégio jesuíta, onde adquiriu seus conhecimentos gerais. Até os quarenta anos vive uma vida relativamente itinerante: aos 19 anos viaja para a Itália, onde passa a integrar, como violinista, uma trupe de músicos italianos.

Exerceu a atividade de organista em muitas cidades francesas: Avignon, Clermont, Paris, Dijon e Lyon. Os resultados de um conhecimento tecladístico pleno estarão fixados na produção para cravo, iniciada em 1706 e estendendo-se até 1747.

Em 1715, quando era organista da catedral de Clermont, redigiu o seu Tratado de Harmonia reduzida a seus principios naturais (1722).

Fixou-se em Paris e ali escreveu escreveu uma segunda coletânea, Peças para Cravo com um Método (1724), e as Novas suítes para peças para cravo (1728).

Estreou como compositor de óperas em 1733 com Hippolyte et Aricie, à qual se sucederam Les indes galantes (1735), Castor et Pollux (1737), Les fêtes d'Hébé (1739), Dardanus (1739), Platée (1745), Zaïs (1748), Pygmalion (1748) e Zoroastre (1749).

Durante seus últimos dez anos, trabalhou em suas obras teóricas e compôs mais duas óperas, Les paladins (1760) e Les boréades.

Rameau foi um dos grandes compositores de sua época e elevou a ópera francesa ao seu mais alto nível. Em suas obras teóricas, racionalizou a harmonia.


http://www.youtube.com/watch?v=lDsOFR4XVwk

Samuel Soldado de Cristo disse...

PROF. ESQUECI DO NOME E TURMA
SAMUEL M. SANTIAGO N°32 2°E

Anônimo disse...

Antonio Vivaldi
Antonio Lucio Vivaldi foi um compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. Tinha a alcunha de il prete rosso por ser um sacerdote de cabelos ruivos. Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas. É sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra Le quattro stagioni.

Filho de Camila Calicchio e Giovanni Battista Vivaldi , era o mais velho de sete irmãos.Seu pai, um barbeiro, mas também um talentoso violinista, ajudou-o a iniciar uma carreira no mundo da música, matriculando-o ainda pequeno, na Capela Ducal de São Marcos para aperfeiçoar seus conhecimentos musicais e foi responsável pela sua admissão na orquestra da Basílica de São Marcos, onde se tornou o maior violinista do seu tempo. Em 1703, Vivaldi tornou-se padre. Em 1704, foi-lhe dada dispensa da celebração da Santa Eucaristia devido à sua saúde fragilizada, tendo-se voltado para o ensino de violino num orfanato de moças chamado Ospedale della Pietà em Veneza. Pouco tempo após a sua iniciação nestas novas funções, as crianças ganharam-lhe apreço e estima; Vivaldi compôs para elas a maioria dos seus concertos, cantatas e músicas sagradas. Em 1705 a primeira colecção (raccolta) dos seus trabalhos foi publicada. Muitos outros se lhe seguiram. No orfanato, desempenhou diversos cargos interrompidos apenas pelas suas muitas viagens. Em 1712 compôs o "Estro armonico", uma coleção de 12 concertos que repercutiu em toda a Europa e mais tarde teve seis obras transcritas por Bach, em 1713, tornou-se responsável pelas actividades musicais da instituição. Em paralelo com suas atividades sacras, Vivaldi obteve permissão para apresentar no teatro de Santo Ângelo suas primeiras óperas e alguns concertos: "Outtone in villa" e "Orlando Furioso" e entre outros concertos, "La Stravaganza"..Em 1723 publicou o Opus 8, que contém "As Quatro Estações", sua obra mais conhecida.

Apesar do seu estatuto de sacerdote, é suposto ter tido vários casos amorosos,um dos quais com uma de suas alunas, a cantora Anna Giraud,com quem Vivaldi era suspeito de manter uma menos clara actividade comercial nas velhas óperas venezianas, adaptando-as apenas ligeiramente às capacidades vocais da sua amante. Este negócio causou-lhe alguns dissabores com outros músicos, como Benedetto Marcello, que terá escrito um panfleto contra ele.

http://www.youtube.com/watch?v=v1jK2Gths2M

Nome:Leonardo Novak N°17 2°E

Anônimo disse...

Josquin des Prés era chamado de "Príncipe dos Compositores", pelos músicos de sua época, que admiravam sua obra naquilo que esta tinha de comovedor e o modo de como ele ressaltava o sentido das palavras no canto.

Josquin des Prés nasceu em Condé-sur-l'Escaut, Hainaut, província pertencente aos Países Baixos. Como a maior parte de seus contemporâneos, fez carreira na Itália, onde morou quase ininterruptamente de 1459 a 1505. Em 1474 já aparece como mestre de capela particular do duque Galeazzo Maria Sforza, em Milão. Mais tarde, em Roma, entra para o serviço do papa Sisto IV, até o ano de 1499.

Retornando a Milão, transferiu-se em seguida para Ferrara (1501 a 1505), contratado por Hércules I d'Este.

Depois de 1505, seu novo lugar de trabalho é a corte do rei Luís XII. Há traços de sua passagem pelos Países Baixos, sabendo-se que faleceu quando era prior da igreja de Notre Dame, em Condé, sua cidade natal.

Grande compositor, é considerado o mais moderno dentre os de sua época. Sua produção musical compreende mais de 20 missas completas a 4, 5 e 6 vozes; 104 motetos, hinos e salmos, 74 canções.

Entre suas obras religiosas mais conhecidas estão as missa Hercules dux Ferrarie, o moteto Miserere e, principalmente, as duas últimas missas compostas depois de 1505, De Beata Virgine e Pange Lingua.
http://www.youtube.com/watch?v=057YWsWPiKo
nome josias n=14

Luiz vinicius P.M N°20 2°E disse...

Antonio Vivaldi
Antonio Lucio Vivaldi foi um compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. Tinha a alcunha de il prete rosso por ser um sacerdote de cabelos ruivos. Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas. É sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra Le quattro stagioni.

Filho de Camila Calicchio e Giovanni Battista Vivaldi , era o mais velho de sete irmãos.Seu pai, um barbeiro, mas também um talentoso violinista, ajudou-o a iniciar uma carreira no mundo da música, matriculando-o ainda pequeno, na Capela Ducal de São Marcos para aperfeiçoar seus conhecimentos musicais e foi responsável pela sua admissão na orquestra da Basílica de São Marcos, onde se tornou o maior violinista do seu tempo. Em 1703, Vivaldi tornou-se padre. Em 1704, foi-lhe dada dispensa da celebração da Santa Eucaristia devido à sua saúde fragilizada, tendo-se voltado para o ensino de violino num orfanato de moças chamado Ospedale della Pietà em Veneza. Pouco tempo após a sua iniciação nestas novas funções, as crianças ganharam-lhe apreço e estima; Vivaldi compôs para elas a maioria dos seus concertos, cantatas e músicas sagradas. Em 1705 a primeira colecção (raccolta) dos seus trabalhos foi publicada. Muitos outros se lhe seguiram. No orfanato, desempenhou diversos cargos interrompidos apenas pelas suas muitas viagens. Em 1712 compôs o "Estro armonico", uma coleção de 12 concertos que repercutiu em toda a Europa e mais tarde teve seis obras transcritas por Bach, em 1713, tornou-se responsável pelas actividades musicais da instituição. Em paralelo com suas atividades sacras, Vivaldi obteve permissão para apresentar no teatro de Santo Ângelo suas primeiras óperas e alguns concertos: "Outtone in villa" e "Orlando Furioso" e entre outros concertos, "La Stravaganza"..Em 1723 publicou o Opus 8, que contém "As Quatro Estações", sua obra mais conhecida.

Apesar do seu estatuto de sacerdote, é suposto ter tido vários casos amorosos,um dos quais com uma de suas alunas, a cantora Anna Giraud,com quem Vivaldi era suspeito de manter uma menos clara actividade comercial nas velhas óperas venezianas, adaptando-as apenas ligeiramente às capacidades vocais da sua amante. Este negócio causou-lhe alguns dissabores com outros músicos, como Benedetto Marcello, que terá escrito um panfleto contra ele.

Claudia Lobato disse...

Atenção!
atividade corrigida!

flavia disse...

Henry Purcell foi um compositor britânico. Apesar de uma vida relativamente breve, Henry Purcell permanece um dos mais importantes compositores ingleses. Sua facilidade em compor para todos os gêneros e públicos, sua popularidade na corte durante reinados de três monarcas e sua vasta produção de odes cortesãs, música cênica, anthems' sacros, canções e catches seculares, música de câmara e voluntaries para órgão são uma prova clara de seu prodigioso talento.

Compôs as óperas Dido and Aeneas e A tempestade. São famosas suas Lições para cravo, suas Odes, Hinos, composições religiosas e bem assim, sonatas e fantasias para viola.
Purcell nasceu em St Ann's Lane, Old Pye Street, Westminster, filho de Henry Purcell Senior, que era cantor na Chapel Royal, e irmão mais velho de Thomas Purcell (†. 1682 que era também musico), Edward, Henry e Daniel (†. 1717), que foi igualmente um prolífico compositor e quem escreveu muita da música para o acto final de The Indian Queen após a morte de Henry Purcell.
Após a morte do seu pai em 1664, Purcell ficou aos cuidados do seu tio Thomas, que era igualmente membro do coro da capela real, e conseguiu a sua admissão. Henry estudou primeiro com o Capitão Henry Cooke (†. 1672), mestre das crianças, e posteriormente com Pelham Humfrey (†. 1674), que sucedeu a Cooke. Com a perda da voz em 1673, foi nomeado assistente de John Hingeston, a quem sucedeu como guardião dos instrumentos musicais do rei, em 1683. Em 1676 ocupou a posição de organista na Westminster Abbey, que viria novamente a ocupar em 1680, depois da desistência do seu professor Blow (que havia sido nomeado em 1669 a seu favor. Nos tempos que se seguiram dedicou-se quase totalmente à composição de música sacra, cortanto as suas ligações com o teatro. Contudo, imediatamente antes de assumir a sua nova posição, tinha composto dois importantes trabalhos para o teatro: a música para Theodosius de Nathaniel Lee, e a Virtuous Wife de Thomas D'Urfey. Em 1682, e com a morte Edward Lowe, foi nomeado organista da Chapel Royal, função que ocupou em simultâneo com a posição idêntica em Westminster Abbey.

Em 1682 ele foi nomeado um organista da Capela Real. Seu tribunal nomeações foram renovados por James II, em 1685 e por William III, em 1689, e de cada vez que tinha o dever de prestar um segundo órgão para a coroação. A última oportunidade real para o qual ele foi fornecido música Queen Mary's funerárias em 1695.

Purcell morreu a 21 de Novembro de 1695 e foi sepultado em Westminster Abbey a 26 de Novembro.

Entre as obras mais memoráveis de Purcell estão The Fairy Queen, I Gave Her Cakes e Dido and Aeneas.
http://www.youtube.com/watch?v=T7D2iX0jQHU
aluna: Flavia n°11 2°e